sábado, 26 de abril de 2008

Gol x Palio

Fiat Palio Fire x VW Gol 1.0 City

Reis do ringue: Há dez anos no mercado, eles disputam ponto a ponto a liderança. Com vocês, o combate da categoria peso leve


Demorou, mas aconteceu. O Palio bateu o Gol no ranking mensal de vendas, e por duas vezes consecutivas. Nenhum nocaute, é verdade: 14 635 contra 14 093 carros, em setembro, e 16 698 contra 16 031, em outubro. Com isso, o Palio entrou para o seleto grupo de carros a conseguir superar o VW, ao lado de Uno e Tipo. Foi a 16ª vez que o Gol perdeu a liderança, desde que o modelo a alcançou em 1986.

O primeiro comparativo entre os dois modelos data de agosto de 1997. Apesar de ser novidade, o Palio ficou em terceiro, atrás de Corsa e Gol. Nesses dez anos, os dois protagonizaram várias disputas, sem contar as edições do Melhor Compra. Em 2005 comparamos as versões de entrada de Celta, Mille, Palio e Gol. Novamente o Palio ficou atrás do Gol, amargando a última colocação.

De lá para cá, o mercado mudou e os carros também. Portanto, hora de colocar o título em jogo novamente. A disputa começa na hora da compra. Os dois carros custam quase a mesma coisa. Com a carroceria de quatro portas, o Gol City sai por 26 490 reais. Já o Palio Fire é 350 reais mais barato e custa 26 140. A lista de itens de série é parelha. O Fiat tem pára-choques da cor da carroceria. O Volks é mais prático. Tem ajuste de altura do banco do motorista e pneus mais largos (175/70 R13, ante o 165/70 R13 do Palio). Com essa diferença de preço, você não compra nenhum opcional. Paga metade do "kit de visibilidade" do Fiat, que traz limpador e desembaçador do vidro traseiro e controle interno dos retrovisores.

Pela relação custo/benefício, os Gol e Palio disputam também a preferência dos frotistas. Tanto que, na falta de carros disponíveis para testes fornecidos pelas fábricas, os carros que você vê nas fotos - e que foram testados por nós - vieram de duas diferentes frotas. O Palio foi comprado em novembro pela Editora Abril para servir de meio de transporte aos contatos da publicidade. O Gol pertence a uma grande locadora de automóveis, em São Paulo. Segundo as montadoras, 29% dos Palio vendidos são destinados a vendas diretas e a frotistas. No Gol, o percentual é menor: 25% do volume de vendas.

Troca de comando

Não pense que, por serem antigos, Gol e Palio não têm novidades. A Volks mexeu no motor do compacto no começo de 2006. As modificações começam pelo cabeçote. A taxa de compressão saltou de 10,8:1 para 13:1 e o motor recebeu o mesmo comando de válvulas do Fox. Diante dessas alterações, a central eletrônica foi remapeada e um novo catalisador foi incorporado ao sistema de escape. Com isso, o motor ganhou 3 cv, com gasolina ou álcool. Os números de potência são, respectivamente, 68 e 71 cv. O torque máximo também melhorou. Dos 9,1 (gasolina) e 9,2 mkgf (álcool), ambos a 4 500 rpm, ele foi para 9,4 e 9,7 mkgf, com a vantagem adicional de que esses valores chegam mais cedo, nas 4 250 rpm.

O Palio mudou em setembro, quando a Fiat aposentou sua segunda geração e lançou a versão Fire de cara nova. O motor 1.0 Flex é comum ao restante da linha e tem 65/66 cv. O que o diferencia dos demais é o interior, antigo, ainda da segunda geração.

Avaliamos os dois na pista de testes em Limeira. Mas vale dizer que a ênfase deste comparativo não foi o desempenho. Apesar de medidos no mesmo dia e sob as mesmas condições, o Palio testado tinha apenas 200 quilômetros. Já o Gol beirava os 13 000. E não passaram pela engenharia das montadoras, que costumam caprichar na afinação dos motores. O fato é que assistimos a um banho de desempenho do Volks. Em aceleração, ele foi 4,3 segundos mais rápido que o Palio, com álcool, e 3,7 com gasolina. Nas retomadas, a margem de vitória do Gol foi, em média, de 3,5 segundos. Tamanha diferença não pode ser creditada apenas à disparidade na quilometragem.

Mas vamos ao que mais importa neste caso: os números de consumo. Nova vitória para o Gol. Das quatro medições feitas - ciclo urbano e rodoviário, com álcool e gasolina -, o Volks levou três. Mas a vantagem aqui se deu por uma margem bem menor que a dos testes de desempenho, como você pode conferir na tabela da página 65.

Se na relação custo/benefício os dois empatam, com relação ao visual, ninguém vai marcar ponto. O Palio muda em março deste ano - mas a versão Fire deve ficar com esta mesma cara - e a VW já roda com o Gol radicalmente novo, que ainda não tem data certa para chegar - estima-se em 2008. E hoje a desvalorização dos dois está em torno dos 6,7% no primeiro ano. No interior, eles têm o mesmo padrão de acabamento: plástico no painel. A diferença é que o Gol traz os mostradores do Fox, mais modernos - e sem o minúsculo conta-giros. O Palio é o oposto. Os mostradores são de sua segunda geração, com iluminação laranja. Pelo menos o revestimento das portas no Fire traz um pouco mais de tecido. O espaço interno é um pouco melhor no Gol, que, além de ter 10 centímetros a mais de entreeixos, teve o painel redesenhado com o objetivo de arejar o ambiente. Já a capacidade do porta-malas é quase idêntica: 285 litros no Gol contra 290 no Palio. E o bom acesso é comum.

Palio e Gol não figuraram entre os finalistas do Melhor Compra 2006 nas categorias até 30 000 reais. Nem por isso itens como o pós-venda e a manutenção devem ser esquecidos. O Gol tem duas famas: é duro na quebra, mas o preço do seguro é alto. A primeira se confirma. A segunda, não mais. Em dezembro de 2005, o seguro do Volks chegava a custar 40% mais que o do Fiat. Hoje a Volks oferece para todo Gol vendido na Grande São Paulo um rastreador gratuito de fábrica com o primeiro ano de manutenção pago. Isso colocou seu seguro na mesma faixa do do Palio, que é de 2 000 reais, isonomia que desaparece no ano seguinte. O índice de reparabilidade (análise do custo de conserto dos carros em caso de acidente, que leva em conta o preço do pacote de peças e o grau de dificuldade para consertá-los) do Gol é ligeiramente mais favorável que o do Palio.

Contabilizando essas pequenas cifras a favor do Gol, a vitória da versão City sobre o Palio Fire se consolida. Ele tem a mesma relação custo/benefício do Palio na hora da compra, mas é mais econômico na hora de abastecer, tem interior arejado e ainda trata melhor o bolso de seu dono na hora da manutenção. E o mercado concorda. Até a primeira quinzena de dezembro, o Volks tinha a vantagem de 20 000 carros no acumulado de vendas sobre o rival.


Palio Fire - R$ 26 140
No canto direito, o desafiante que, em setembro passado, chegou com cara nova na versão Fire.

Suspensão
É um pouco mais bem resolvida que a do Gol, mas está longe da do Fiesta, referência no segmento.
Avaliação: muito bom

Ao volante
Na frente, oferece as mesmas "condições" que o Gol: boa posição e comandos bem distribuídos.
Avaliação: muito bom

Carroceria
As linhas são atuais. O Palio muda no ano que vem, mas a versão Fire continua com essa mesma cara.
Avaliação: bom

Motor e câmbio
Tinha apenas 200 km rodados quando foi testado. Mas o Fire levou uma nota inferior por beber mais em três das quatro medições.
Avaliação: bom

Mercado
Assim como o Gol, tem uma grande rede assistencial espalhada pelo país.
Avaliação: muito bom


Gol City - R$ 26 490
No canto esquerdo, defendendo seu título de campeão há 20 anos, o Gol, reestilizado no fim de 2005.

Suspensão
O conjunto deixa a carroceria ceder demais em acelerações e frenagens. Pelo menos é confortável.
Avaliação: bom

Ao volante
A Volks redesenhou o painel e deixou tudo à mão. E o Gol traz o ajuste de altura do banco do motorista de série.
Avaliação: muito bom

Carroceria
O projeto é mais antigo, mas o visual data de 2005. O Gol tem menor índice de reparabilidade: fica mais em conta arrumar uma batida no hatch da VW.
Avaliação: bom

Motor e câmbio
O conjunto avaliado mostrou-se mais eficiente que o do Palio nos testes de desempenho e em consumo.
Avaliação: muito bom

Mercado
Semelhante à do Palio, a desvalorização é de apenas 6,7% após o primeiro ano de uso. Ajuda na hora de revender. A fama de inquebrável também.
Avaliação: muito bom.


Veredicto
Gol City e Palio Fire ficaram separados por apenas 0,1 ponto na pesquisa Os Eleitos, que mede o índice de satisfação de seus proprietários. Essa mesma paridade pôde ser vista aqui, onde o Gol ganhou "por pontos" por ser um pouco mais econômico e mais barato em alguns itens do pós-venda.







domingo, 20 de abril de 2008

Os piores carros do século passado

Os piores carros do século passado



Horsey Horseless – 1899
Uma grande lenda que merece começar esta lista é o Horsey Horseless (ou em português o “cavalinho sem cavalo”). Ninguém sabe se esse carro chegou a ser produzido e comercializado, e não é por acaso. Criado por Uriah Smith, um mecânico de Michigan, a idéia era criar um carro que não assustasse e irritasse os cavalos das carruagens nas cidades.

Mas como fazer isso? Simples! Basta colocar uma cabeça de cavalo oca e feita de madeira na frente do veículo. Dessa forma os cavalos não se incomodariam com os carros e haveria um bom lugar para armazenar combustível, no caso, dentro da cabeça. Parece uma péssima idéia deixar o tanque do combustível exposto e na parte frontal do veículo, certo? Pois é.



Fuller Dymaxion – 1933
Ah, o futurismo da década de 30. O designer R. Buckminster Fuller, auto-proclamado gênio, estava convencido de que a tecnologia tornaria possível um carro voador em alguns poucos anos então criou o Fuller Dymaxion. Esse carro voador ou avião dirigível teria asas infláveis e motores a jato. Como o carro voador ainda era uma impossibilidade, os primeiros(e todos) os modelos vieram sem asas.

Um misto entre cabine de avião e dirigível, o modelo tinha três rodas e a pior aerodinâmica possível. o volante funcionava como um leme, e direcionava apenas a roda traseira. Se ele estivesse em um lugar com vento forte, tinha vontade própria. Algumas modificações foram feitas para deixá-lo um pouco mais estável, mas após um acidente fatal de causas desconhecidas ele foi rejeitado pelo público e seu projeto abandonado. Quem diria.


Chrysler/Desoto Airflow – 1934
Ainda na década de 30, mais um erro. Entretanto, dessa vez o erro foi do público, parcialmente. Muito do design desse modelo estava décadas à frente de seu tempo: as noções aerodinâmicas, a distribuição mais equilibrada e o peso reduzido. Mas ele era tão diferente dos modelos americanos que o público o considerou um carro estrangeiro.

Em um momento de crise financeira que precedeu um pico de nacionalismo, o carro estava condenado. Não ajudou que ele tinha um pequeno problema que envolvia a queda do motor em algumas situações. Não foi a última vez que o público americano viu como seria o design no futuro e o recusou.

Crosley Hotshot – 1949
O primeiro esportivo criado depois da grande guerra. Um esportivo que não alcançava nem 100 quilômetros por hora, quem diria. Ele não era muito grande nem muito pesado, mas também não tinha potência nenhuma. A grande falha deste modelo, entretanto, não era a fraqueza, e sim a fonte dela.

O motor .75L não foi produzido com partes de aço ou ferro. Um grande vacilo da parte dos designers foi usar latão, um metal que se expande muito e se curva com facilidade. Com essas características, as soldas não seguravam como deveriam e o carro esquentava muito mais do que devia.

King Midget Model III – 1957
Ah, a década de 50. Havia todo um romantismo de uma grande ascensão após duas décadas negras para os Estados Unidos. Claud Dry e Dale Orcutt pensaram em construir um carro popular que qualquer um pudesse comprar, sem grandes frescuras. Um carro simples mas funcional para um país que voltava aos trilhos. Foi nessa época que criaram o Model III, depois de outros dois fracassos comerciais na década de 40.

O corpo do carro era feito com folhas de ferro dobrado, assim como os brinquedos da época. Seu motor dava incríveis 9cv (sim, nove) de potência. Algumas unidades foram vendidas, mas o governo federal decidiu que o carro não era seguro o suficiente para ser comercializado. Um bom exemplo de que governos tomam atitudes sábias de vez em quando.

Ford Edsel – 1958
O primeiro carro que faz sua segunda aparição em nossa lista de aberrações sobre quatro rodas. Os problemas desse carro não são poucos. Um dos maiores foi a campanha de publicidade, que criou uma expectativa que o modelo não poderia cumprir. Mas os outros não eram particularmente discretos.

Ele era um beberrão e barulhento, muito caro para os padrões da época e seu design levantava sobrancelhas. Não que fosse muito feio, mas a parte da frente não tinha nada a ver com a parte de trás. O formato pouco ortodoxo da grade frontal não ajudou. Alguns diziam que ele era um pouco erótico demais para a sociedade conservadora americana da época.

Zundapp Janus – 1958
Mas a década de 50 não foi cruel apenas para os americanos. Veja só o que estava acontecendo na Europa nesses dias: um carrinho estranho chamado Janus. Criado por uma estabelecida fabricante de motocicletas que decidiu expandir seu mercado, o modelo apostava na simetria.

O carro alemão não alcançava nem 90 quilômetros por hora com seu modesto motor de 14cv, e a posição dos bancos... bem, era estranha. Os passageiros ficavam de costas para o motorista, porque o carro era perfeitamente simétrico em suas laterais. Um fracasso completo do projeto às vendas.

Chevrolet Corvair – 1961
O preço era bom, o design não agredia os olhos, ele era razoavelmente econômico e a tração traseira trazia muitas vantagens. O que este carro poderia ter para ganhar um lugar nesta lista? Bem, ele era muito difícil de controlar, e em colisões tudo ficava pior. Muito pior. Mais tripas voando do que em filmes de Eli Roth.

Se a colisão fosse frontal, o eixo do volante podia empalar o motorista. Se a colisão fosse traseira, como o peso estava concentrado na parte de trás, ele rodava, capotava e explodia. A vedação ruim fazia com que vazamentos de óleo fossem constantes. Fora isso, para quem não batesse, era um bom carro. Mas os riscos eram quase cômicos, se não trágicos.

Peel Trident – 1966
O menor carro do mundo foi bem sucedido em conseguir este título. Mas com isso também mereceu o reconhecimento como um dos piores de todos. A idéia de um domo de vidro ou acrílico no lugar de um teto sempre foi bem popular entre as décadas de 40 e 70, como podemos ver em séries como Os Jetsons. Mas isso trazia um problema.

O sol cozinhava o motorista. O barro era um estufa, e não era possível dirigí-lo com o teto aberto. O modelo com três rodas não era particularmente bom de se controlar, e com aquele tamanho ultrapassar os 60km/h era uma esperança ilusória.

Ford Pinto – 1971
Algumas coisas nunca mudam... Enfim, por que o Ford Pinto era um horror sobre rodas? Bem, além do design pouco inspirado, os problemas mecânicos não eram poucos.

Essa bomba-relógio ambulante tinha um tanque de gasolina muito mal posicionado na parte traseira, de forma que em caso de colisão em simplesmente explodia. Quem precisa de um air-bag quando você está sendo carbonizado?

Jaguar XK-E V12 III – 1974
Não é só porque hoje a Jaguar faz alguns dos carros mais belos do mundo que ela não teve maus dias. Em 1961, ela havia apresentado uma obra de arte chamada E-Type. Potente e belo, dez anos depois havia se tornado... isso.

Para se adequar aos padrões de segurança e emissões norte-americanos, o motor foi 4.2 foi trocado por um 5.3 V12, pesado demais e muito barulhento.

Além disso, o design foi esticado e o pára-lamas foram colocados para frente e ampliados com uma camada de borracha, supostamente para deixar o carro mais seguro para pedestres.O que revolta é que é possível ver um carro bonito em baixo deste modelo horroroso. Uma verdadeira lástima.

Ferrari Mondial 8 – 1980
A década de oitenta começou com a grande Ferrari pisando na bola. A idéia era boa: um carro um pouco mais barato, baseado no chassi do modelo 308. O motor V8 dava respeitáveis 214cv de potência. O que poderia dar errado? A parte elétrica. Inteira.

A taxa de falha deste carro era ridiculamente alta, e sempre que um parava de funcionar vinha o cheiro de fios queimando. O conserto era praticamente uma extorsão autorizada pela marca. Esse carro deu um mau nome aos modelos mais baratos da montadora italiana. Os Mondials melhoraram muito depois, mas não é à toa. Não podiam piorar.

Yugo GV – 1985
Malcon Bricklin achava que sabia fazer carros. Na verdade, parece que odiava carros, profundamente. Esse é o único motivo por que alguém importaria o Yugo para os EUA. O carro soviético aparece pela segunda vez em nossas listas de carros péssimos. O grande crime deste modelo? Se desmontar.

O pessoal da revista TIME tem um comentário interessante sobre ele: “O Yugo, para um carro com poucos recursos, estranhamente tinha desembaçador do vidro de trás. Isso para que suas mão ficassem quentes enquanto você estava empurrando o carro.” Além disso, peças caíam e o sistema elétrico era puro caos.

Fiat Múltipla – 1998

Nas décadas de 50 e 60, Múltipla era o nome de belíssimas minivans da fiat baseadas no modelo 600. E então veio a década de noventa que destruiu esse nome para sempre.

O design do carro dá a clara impressão de que notaram tarde demais que o carro era muito baixo, então deram mais alguns centímetros com um degrauzinho.

Mecanicamente ele era.... perfeito. Esse é o lado triste: um carro bom e confiável, mas feio demais para ter alguma chance no mercado. Design e confiabilidade são complementares, e não exclusivos.

Pois é, designers. Não é só porque hoje estamos em outros tempos que somos imunes a designs ruins. Vamos ver se daqui pra frente evitamos esse tipo de problema!

Matéria totalmente chupetada do site Onne com os devidos créditos e depois de tantos carros horriveis, eu só posso aconselhar vocês a ler a matéria também da Onne com os 10 carros mais luxuosos.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Acidente curioso

ACIDENTE CURIOSO:
Carro ficou pendurado nos fios
da rede telefônica

Pode ficar tranqüilo que não foi aqui no Brasil. A notícia vem do Texas e é contada pelo Assessor de Imprensa do Corpo de Bombeiros voluntários de Harris County.

Segundo as informações do moço, o acidente aconteceu no último dia 13 de junho, às 8h30 da manhã e deixou todo o mundo de boca aberta.

Para surpresa dos bombeiros, o tal veículo estava pendurado na rede telefônica!

Testemunhas contaram que o motorista parece ter perdido o controle do veículo, atravessado a outra pista, batido no meio-fio e voado para cima. Aí, enganchou nos fios.

O motorista foi jogado para fora do carro e teve de ser levado ao hospital pelos bombeiros.

O carro ficou com o motor ligado até acabar a gasolina. E o óleo do motor vazou todinho...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Boas maneiras para se estragar uma ferrari...



Boas maneiras para se estragar um ferrari...

Nem tem muito o que falar, o cara bebeu demais e acertou o poste com tudo. Estama-se em US$ 300.000 o valor do carrinho.

Ferrari + Poste

Ferrari + Poste

Trânsito condicionado
Despiste


Aditivos



Polêmicos, os aditivos são vistos como uma de manutenção preventiva ou uma simples despesa para ser evitada, mas na realidade eles são bastante úteis. Os mais conhecidos são os aditivos que trabalham junto com os lubrificantes do motor, cuja função é diminuir atritos internos. Existem dois tipos de uso para esses aditivos, alguns são para motores novos, numa forma de prolongar a vida útil do motor e os outros são para motores cansados, que pretendem agir sobre as folgas internas do motor, isto é folgas de bronzinas e anéis, diminuindo a queima de óleo. Existem também uma ação detergente para evitar a formação de borras no cárter e eliminar a carbonização interna do motor, isto é comum aos dois tipos de aditivos.

Aditivos para combustível :

Por sua vez, tem basicamente a função detergente e de limpeza para evitar a manutenção dos sistemas de alimentação. Sua eficácia é limpar dutos de combustível e bicos injetores, alem de promover uma leve ação anti-ferrugem através da lubrificação dos injetores ou carburadores.

Aditivo para cambio e transmissão :

Podem mostrar rapidamente sua eficiência, são indicados tanto para cambio como para transmissão, aderindo bem a superfície de contato das engrenagens, eixos e rolamentos, você irá notar a diferença ao rodar com o seu carro.

Aditivos para radiadores :


Mais conhecido como etileno-glicol, o aditivo obrigatório para radiadores, tem como função elevar o ponto de fervura da água (para cima de 100º C) e também evitar formação de ferrugem interna no radiador, bloco do motor e demais componentes do sistema de refrigeração. A baixa qualidade do aditivo ou a falta do mesmo pode significar um motor fervendo e uma tampa do radiador voando.





Banco De Couro



Vamos falar de uma coisa que deixa qualquer um que ame o seu carro louco,é isso mesmo vamos falar de banco de couro, alias você sabe que banco de couro reduz choque ? Pois é verdade sim.



Banco de couro reduz choque :

A chegada do inverno e a conseqüente queda da umidade relativa do ar são condições favoráveis ao acúmulo de energia estática dentro dos veículos. Esta energia, que geralmente acumula-se entre os ocupantes e o assento do automóvel, é descarregada na hora de sair do carro, provocando pequenos choques elétricos. Os especialistas e as montadoras asseguram que a intensidade destes choques não causam nenhum problema a saúde, pois a quantidade de energia é baixa. Também é descartada a possibilidade de que os choques caracterizem defeito do veículo. Mesmo não fazendo mal a saúde, nem sendo considerados defeito dos veículos os choques são muito desagradáveis e ultimamente são reclamações de várias pessoas junto às montadoras...

Como resolver ?

A solução para o problema é colocar bancos de couro no carro, pois substituir o revestimento sintético dos assentos do carro é uma alternativa para quem sofre choques ao sair de seu automóvel. Por receber um tratamento especial à base de produtos naturais, o couro acaba evitando acúmulo de energia eletrostática. É diferente do tecido sintético, que por sua composição e pela forma como foi tramado, acaba favorecendo tal acúmulo.

Por que trocar o estofado ?

Muitos clientes acabam colocando banco de couro somente para livrar-se das incomodas descargas elétricas. Embora afirma-se que este não seja o principal motivo da troca do estofamentos. A troca pelo couro varia de preços para carros de passeios ou picapes de cabine dupla ou simples. Consulte-nos!!!

Como conservar os seus bancos :

Cuidados simples são a garantia de vida longa para os bancos de couro originais ou que foram revestidos depois. O mais importante é evitar deixar o carro exposto ao sol, pior inimigo do couro. Com o tempo, o material tende a se tornar ressecado e quebradiço.

Dica:

Nunca passar produtos como vaselina ou silicone - muito usados em lavagens de postos de gasolina. Eles penetram no couro e, além de estragá-lo, atingem a cola, fazendo a forração se soltar. Para limpar ou remover manchas, bastam um pano limpo e sabão neutro. Calças jeans com rebites metálicos nos bolsos podem riscar o assento e as laterais do banco.





Baterias



As baterias mais antigas precisam ter seu nível verificado e completado semanalmente com água destilada, mas hoje em dia, com as baterias seladas, quase não há preocupação, pois elas não precisam de qualquer tipo de manutenção.



Alguns cuidados podem aumentar a vida útil de sua bateria :

- Evite deixar faróis ou outros equipamentos elétricos ligados enquanto o veículo não estiver em funcionamento.
- Dê partidas por no máximo 5 segundos, e se o carro não pegar aguarde 30 segundos para uma próxima tentativa.
- Se a bateria descarregar, procure um auto-elétrico e carregue-a utilizando um aparelho de carga lenta, pois se for de carga rápida pode-se danificar a bateria.





Combustível



Uma das dúvidas mais comuns aos motoristas é quanto à gasolina a ser usada. Existem pelo menos três opções, a premium, a aditivada e a comum, e isso gera dúvidas quanto à melhor para cada tipo de carro. Enganam-se os que pensam que a melhor é a mais cara. Existe uma para cada tipo de carro, dependendo de características e estágio de uso do motor. Aqui você encontra uma tabela com os cuidados e procedimentos na escolha do seu combustível.

A quilometragem define o tipo :


Normalmente, a idade do carro é indicativa de que tipo de gasolina se deve usar. Os mais velhos, normalmente, já têm acumulados em seu sistema de alimentação - que vai do tanque de combustível ao bico injetor (no caso de injeção de combustível) ou ao carburador (nos modelos mais antigos) - depósitos de impurezas. Elas vêm dos tanques dos postos de gasolina, que nem sempre recebem a manutenção correta. Nesse caso, o recomendado é usar sempre a gasolina comum, mais do que suficiente para fazer um motor já usado funcionar a contento. Nesses carros, as outras duas podem gerar problemas de entupimento e desperdício, já que elas são mais caras e não proporcionam melhora.



As gasolinas especiais :

Das outras duas, a mais recomendada é a aditivada. Por possuir detergentes e dispersantes, ela mantém o sistema de alimentação limpo, evitando os depósitos de borras e aumentando a vida útil do motor. Mas para quem usa sempre a gasolina comum, a aditivada pode ter efeitos negativos: os detergentes e dispersantes soltam a sujeira acumulada, o que causa o entupimento dos bicos da injeção eletrônica. A aditivada só deve ser usada em carros que a utilizam desde novos.

domingo, 10 de fevereiro de 2008